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março 29, 2023

    É com grande orgulho e alegria que damos os parabéns a todos os alunos que participaram no Concurso Nacional de Leitura. Destacaram-se pela expressividade da leitura e pela criatividade das respostas, mostrando uma compreensão plena das obras selecionadas. Estão também de parabéns os professores que os incentivaram, de várias maneiras, tendo em conta as especificidades de cada turma, cientes do quanto iniciativas como esta são determinantes na construção de futuros cidadãos ativos. As professoras bibliotecárias endereçam igualmente um agradecimento especial aos membros do júri da fase Escola: professoras Ana Nunes, Fernanda Saraiva, Manuela Rocha e Maria do Sameiro.

    Divulgamos aqui as obras selecionadas para este ano letivo, que integram o fundo documental das Bibliotecas Escolares e da Biblioteca Municipal:

Daniela Santiago. O Caramelo da Leonor

José Jorge Letria. Moushi O Gato de Anne Frank

Luís Sepúlveda. História de uma Gaivota e do Gato que a Ensinou a Voar

Luísa Ducla Soares. O Rapaz e o Robô

Luísa Ducla Soares. Seis Histórias às Avessas

Morris Gleitzman. Um Dia

 

   Da Fase Escola, nas Bibliotecas Escolares, os alunos passaram à Fase Municipal, no Páteo Valverde, e representarão agora o Agrupamento e o Município na Fase Intermunicipal, em Almeirim, nos dias 20 e 27 de abril. Boa sorte, divirtam-se e continuem a ler muito!

 

Alunos apurados para a Fase Intermunicipal:

- Beatriz Santos, 4.º A (EB Boavida Canada)

- Francisco Bastos, 4.º C (EB do Bairro da Socasa)

- Carlota Silva, 5.º E (Escola Básica de Azambuja)










fevereiro 15, 2022

 A nossa Contadora de Histórias Nanda Paula leu, com muito gosto, um excerto do livro O caracol que descobriu a importância da lentidão, de Luís Sepúlveda. A sessão de Escola do Concurso Nacional de Leitura terminou da melhor forma, na Biblioteca da Escola Básica Boavida Canada!


fevereiro 26, 2019



 A Biblioteca Escolar esteve presente no 3.º Encontro Literatura e Ciência: Mentes/Inteligência Artificial: Aplicações e Implicações.
Foi no Teatro Thalia, no dia 18 de fevereiro, às 17:00, e resultou de uma parceria entre o Plano Nacional de Leitura (PNL) e o Centro de Estatística e Aplicações da Universidade de Lisboa (CEAUL).

   Começámos por embarcar numa breve viagem no tempo, pela literatura e pela matemática. Não fosse este um ciclo de conferências dinamizado pelo PNL, ficaram algumas sugestões de livros que estabelecem relações (im)prováveis com a matemática e a estatística. A não perder!


Sabia que…

... o escritor britânico Geoffrey Chaucer escreveu, no século XIV, um conto chamado «A franklin’s tale», onde apresenta em pormenor cálculos astronómicos para a previsão de marés?

... o escritor Edwin Abbott Abbott escreveu um livro chamado Flatland (em português, O País Plano) cujas personagens são figuras geométricas?



... no século XX, Jorge Luís Borges publicou o conto «O aleph», em que o termo «aleph» significa o ponto de onde é possível ver todos os outros pontos do universo?


... Raymond Queneau publicou, com a ajuda do matemático François Le Lionnais, um livro de 10 sonetos que, graças a um processo combinatório de tiras de papel, permite formar mais de cem mil biliões de poemas (sim, é mesmo verdade: o público teve o livro na mão): Cent Mille Milliard de Poèmes?


  Jorge Buescu, Arlindo Oliveira e Dinis Pestana relacionaram o funcionamento da mente com a matemática, a literatura e o cinema, entre outras artes. Não resistimos a partilhar esta «pérola» do cinema mudo, com Buster Keaton, numa cena que retrata o dia a dia de dois homens que vivem numa «casa inteligente», de uma só divisão, em que tudo funciona com o mínimo esforço: 

Cena «One Room House», com Buster Keaton

    Arlindo Oliveira (Doutorado em Engenharia Eletrotécnica e Ciências da Computação pela Universidade de Califórnia em Berkeley e Professor do Departamento de Engenharia Informática do Instituto Superior Técnico) mostrou como os avanços da ciência e da tecnologia têm permitido criar uma Inteligência Artificial que cada vez mais se aproxima do ser humano. No entanto, paira a questão: durante quanto tempo será o cérebro humano o único capaz de acolher uma mente consciente? Sabia que já há máquinas capazes não só de imitar, de prever mas também de aprender? E de conversar connosco, exprimindo emoções? Conhece, por exemplo, a condução «inteligente» dos automóveis Tesla ou o robô humanoide Sophia? 

Professor Doutor Arlindo Oliveira